Chegou a hora de ampliar seu negócio? A gente te ajuda!

2019 é o seu ano! E que tal aproveitar este novo ano para ampliar o seu negócio? A equipe da TCM está preparada para te dar a assessoria que você precisa na hora de expandir sua empresa, fale conosco!ampliar-seu-negocio

Você já planejou o seu 2019?

Planos de ano novo parecem bobagem para você? Talvez seja melhor pensar a respeito… Ter um planejamento, estabelecer metas e objetivos podem te ajudar a permanecer focado durante todo o ano, realizando conquistas e estabelecendo metas ainda maiores para os próximos anos. Vamos planejar 2019?postplanejamento

Recesso de fim de ano!

Em breve nossa equipe estará entrando em recesso! Atenderemos nesta sexta, dia 21/12 até às 12h. E retornaremos dia 02/01, às 13h.
Desde já, desejamos um feliz Natal e próspero Ano Novo a todos os nossos clientes e amigos!

Recesso fim de ano

A importância do registro de marca

Você cuida da contabilidade da sua empresa, cuida das vendas, das negociações, dos clientes. E da sua marca, você tem cuidado? A sua marca está diretamente ligada à maneira como seus clientes reconhecem e lembram do seu empreendimento.

A importância do registro de marca vai muito além da garantia de exclusividade sobre seu uso. Ela abrange a proteção de um dos bens imateriais mais valiosos da empresa: sua identidade perante o mercado.

Imagine que você constituiu seu negócio e, além das medidas obrigatórias, também contratou uma equipe profissional para elaborar suas estratégias e criar sua marca. Após anos trabalhando para o crescimento e fortalecimento dela, você decidiu registrá-la e acabou descobrindo que já existe um pedido de registro da mesma marca feito por outra empresa, do mesmo segmento que o seu. Ou pior: a “sua marca”já foi registrada por outra empresa. Consegue imaginar o tamanho do transtorno que isso poderia representar para seu negócio?

Além de proteger a marca que você vem trabalhado para construir, o registro dela também possibilitará:

Buscar indenização pelo uso não autorizado de terceiros
Se você identificar o uso da sua marca em produtos ou serviços semelhantes, sendo realizada por outra pessoa ou empresa, você poderá acionar a justiça. Aliás, uma das formas eficazes de monitorar o mercado, é através da fiscalização da sua marca junto ao INPI.

Ao tomar conhecimento desse uso indevido, você poderá obter na justiça uma decisão que determinará a imediata interrupção, além de fixar uma indenização pelos danos causados, inclusive os morais.

Dispor dela em transações comerciais: Licenciamento e Franquias
Se disponibilizar o uso de sua marca for uma de suas estratégias de negócio, por um sistema de franquias, por exemplo, o registro dela é obrigatório e poderá te render bons faturamentos. Aliás, o investimento em marcas próprias é uma estratégia que é utilizada por grandes empresas há muito tempo.

Utilizá-la reconhecidamente em todo território nacional
Ainda que sua empresa possua pouca abrangência local física, é preciso ressaltar o quanto os negócios têm migrado para o ambiente online. Para obtenção do sucesso no uso de suas estratégias de marketing neste ambiente sem fronteiras, é fundamental que sua marca esteja bem estabelecida e devidamente registrada.

Aumente sua produtividade com a REGRA DOS 10 MINUTOS

Na vida de um empreendedor, que normalmente conta com poucos recursos e tem muitas tarefas para resolver, ser produtivo é fundamental. Mas as mídias sociais, os aplicativos de mensagens e tudo que a internet tem a oferecer podem atrapalhar o empreendedor. A produtividade baixa, por sua vez, pode levar à procrastinação – o pensamento que “é melhor fazer amanhã o que não pôde ser feito hoje”. E assim o trabalho vai se acumulando.
No entanto, uma técnica com duração de apenas 10 minutos pode ajudar o empreendedor a fazer mais em menos tempo. O “truque” é uma criação da psicoterapeuta americana Amy Morin. Ela é a autora do livro “13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem”.

Um dos ensinamentos do livro, lançado em mais de 20 países, é que as pessoas precisam se manter estimuladas para prosseguir em suas tarefas. Por sua vez, uma das formas de mantê-las engajadas é mostrar que elas estão cumprindo pequenas metas a cada etapa de seu trabalho.

Amy concluiu que uma boa forma de evitar a procrastinação é a chamada “regra dos 10 minutos”. A técnica funciona assim: diga a si mesmo, no decorrer da tarefa, que você vai focar totalmente no trabalho em questão por 10 minutos. Depois desse período, você pode decidir continuar trabalhando ou fazer qualquer outra coisa.

De acordo com a psicoterapeuta, 90% das pessoas continua trabalhando após os primeiros 10 minutos. “Elas percebem o quanto avançaram na realização da tarefa em um tempo tão curto e se sentem confiantes o suficiente para terminar o trabalho o mais rapidamente possível”, diz Amy.

A especialista afirma que o medo de falhar na realização da tarefa atrapalha a produtividade e leva à procrastinação. Com a “regra dos 10 minutos”, entretanto, o medo e a preguiça perdem força.

Amy recomenda que, a qualquer momento em que você esteja relutante a executar uma tarefa, trabalhe nela por 10 minutos ininterruptamente. “É muito possível que vontade de procrastinar saia de você. Vale a pena tentar”, diz a psicoterapeuta.

Fonte: revistapegn.globo.com

10 minutos

8 Conselhos para administrar melhor o tempo

Gerenciar o tempo é um dos grandes desafios profissionais em ambientes de trabalho exigentes. Sempre falta tempo e sobram tarefas e responsabilidades. Estresse, desânimo, horas extras e, consequentemente, menos espaço para descanso e lazer são os resultados dessa situação cada vez mais rotineira no mundo corporativo.
Mas será que todo o tempo dedicado ao trabalho está sendo bem empregado? Um estudo interno da empresa espanhola de recursos humanos Nexian mostra que não.

Segundo o levantamento, apenas 50% da jornada de trabalho é 100% produtiva e 15% do tempo é consumido em reuniões pouco eficientes, interrupções desnecessárias e tarefas que não fazem nenhuma diferença.

A empresa concluiu também que, em média, os trabalhadores consultam seus e-mails 20 vezes por hora. Diante deste dado, é inevitável fazer uma conta simples: se cada uma dessas checagens leve um minuto, em média, já são 20 minutos desperdiçados por hora. Como à checagem do e-mail podemos incluir as consultas aos programas de mensagens e as espiadas nas redes sociais, o tempo perdido é ainda maior.

Com base nos dados que coletou, a Nexian elaborou uma lista de oito recomendações para fazer uma boa gestão do tempo:

1. Identifique as causas
Falta de organização, ausência de planejamento, dificuldade de dizer não e incapacidade de evitar distrações são algumas das razões mais frequentes do desperdício do tempo, segundo a empresa. Muitas vezes, esses fatores trabalham coletivamente contra um dia de trabalho produtivo. É importante tomar consciência do problema e determinar as causas.

2. Planeje e organize
Gastar alguns minutos planejando o trabalho e organizando-se para realizá-lo pode fazer toda a diferença. Segundo a Nexian, é importante definir objetivos e estabelecer prioridades antes de começar a produzir.

3. Controle os ladrões de tempo
Cafezinhos com companheiros, conversas paralelas, reuniões sem um propósito claro e as centenas de e-mails recebidos todos os dias são consumidores vorazes de tempo. Estabeleça um tempo adequado para a realização de cada tarefa.

4. Estabeleça prioridades
Muitas vezes, gasta-se tempo precioso com tarefas banais e as atividades indispensáveis são relegadas a segundo plano. O correto é definir as prioridades, atacando primeiro as tarefas urgentes e importantes, depois as importantes, mas não urgentes e, por fim, as que não são nem uma coisa nem outra. Os consultores da Nexian recomendam avaliar se estas últimas tarefas não podem ser simplesmente descartadas.

5. Aprenda a delegar
Por delegar, entenda-se envolver a equipe na busca dos resultados desejados, não simplesmente transferir o trabalho.

6. Pare de postegar
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje. O provérbio popular deve ser usado como lema diário para conter o impulso da procrastinação. Mesmo que um trabalho não seja agradável, é melhor executá-lo o quanto antes, em vez de usar outras tarefas como desculpa para adiá-lo.

7. Concentre-se
Ser multitarefa nem sempre dá certo. Executar várias tarefas ao mesmo tempo pode reduzir o nível de concentração, piorar o rendimento intelectual e prejudicar a qualidade do trabalho e a produtividade.

8. Controle e-mails e reuniões
Em média, um trabalhador revisa os e-mails vinte vezes por hora. Além disso, perde cerca de uma hora por dia em reuniões ou conversas inúteis, de acordo com a Nexian. A empresa recomenda dedicar um tempo do dia a ler e responder os e-mails e não manter a caixa de entrada aberta todo o tempo nem as notificações ativadas.

 

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes negócios
https://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2018/08/8-conselhos-para-administrar-melhor-o-tempo-e-ser-mais-produtivo.html

eSocial 2018: conheças as etapas para não errar ao entregar o documento

Você já ouviu falar em eSocial mas não sabe muito bem como ele funciona? Sabe que o prazo para adequação da sua empresa está chegando ao fim mas tem dificuldades em entender por onde começar a transição? Então, você precisa ler este artigo agora mesmo!

 

Neste post, você vai descobrir tudo que precisa fazer para não errar no preenchimento da plataforma. Veja, a seguir, todas as etapas para implantar o eSocial 2018 na sua empresa!

 

Etapa 1: conheça a plataforma do eSocial

 

O eSocial surgiu em 2014, mas passou a ser obrigatório apenas em 2018. Seu objetivo é substituir uma grande quantidade de guias — como o RAIS, DIRF, SEFIP — por um sistema único de entrega.

 

Para começar a implantar o sistema, é essencial que você entenda como ele funciona. Portanto, acesse a plataforma e confira todas as informações que precisam ser preenchidas. Descubra quais são os documentos exigidos e comece a organizar os setores da sua empresa para a adequação à nova exigência.

 

Etapa 2: entenda os prazos do eSocial 2018 e crie um cronograma

 

Existem alguns prazos para que a sua empresa comece a utilizar o eSocial. É essencial que você entenda as datas limite para cada uma das informações que devem ser enviadas e crie um cronograma de acordo com esses prazos. Esses prazos dependem do faturamento total do negócio no ano de 2017.

 

Sua empresa faturou mais de R$ 78 milhões

 

Se você se encaixa nessa categoria e ainda não começou a utilizar a plataforma, corra atrás do prejuízo e consulte seu contador para se adequar à exigência. O prazo para preenchimento das informações básicas venceu em janeiro de 2018 e em março se encerrou a data limite para o envio de dados sobre o vínculo dos trabalhadores com a empresa.

 

Em maio se encerra o prazo para envio das folhas de pagamento dos funcionários e em julho você precisa substituir a GFIP e compensação cruzada. Até janeiro de 2019, é necessário que você insira dados sobre saúde e segurança do trabalho.

 

Sua empresa faturou menos de R$ 78 milhões

 

Se esse for o seu caso, as informações gerais sobre a empresa devem ser enviadas até julho de 2018, enquanto os vínculos dos funcionários, até setembro. Já o prazo para envio das folhas de pagamento vai até novembro e os demais dados devem ser enviados até janeiro de 2019.

 

Etapa 3: avalie o que precisa mudar

 

Com o cronograma em mãos e um conhecimento profundo sobre a plataforma, é hora de começar a implementar mudanças na rotina de funcionamento do negócio. Entenda quais são as novas exigências de cada um dos setores e descubra quais processos precisam ser atualizados para adequação ao eSocial.

 

Etapa 4: use a tecnologia a seu favor

 

O eSocial é um sistema informatizado e online. Dessa forma, se a sua empresa realiza muitos processos manuais, você pode encontrar problemas na hora de preencher os dados na plataforma.

 

Para evitar o retrabalho dos seus colaboradores, comece a implementar mudanças na rotina, automatizando processos burocráticos. Para isso, você pode utilizar softwares ou outras plataformas disponíveis no mercado. Algumas imitam, inclusive, o layout do eSocial, o que facilita a adaptação à nova ferramenta.

 

Etapa 5: padronize os processos

 

Com todas as mudanças implementadas, é necessário padronizar os processos para garantir que tudo ocorra como deveria. Para isso, faça um mapeamento das novas atividades e desenhe, de maneira intuitiva, as etapas de cada um dos processos.

 

Dessa forma você consegue garantir que o preenchimento do eSocial 2018 será realizado de maneira simples e eficaz.

 

Etapa 6: analise os resultados e faça revisões

 

Avalie os resultados das mudanças implementadas e identifique erros ou gargalos no preenchimento da plataforma. Realize os ajustes necessários e analise os resultados de cada um dos processos.

 

Seguindo essas etapas você está pronto para implantar o eSocial dentro da sua empresa de maneira simples e evitando erros. Dessa forma, você se adéqua a todas as exigências do Fisco em relação aos encargos trabalhistas e evita multas ou outros problemas no futuro.

 

Fonte: https://pontomais.com.br/blog/esocial-2018/

O que saber antes de empreender

Empreender exige muito mais do que coragem e ter uma ideia de negócio nas mãos. Para abrir uma pequena empresa ou startup, o empreendedor precisa ter em mente que a sua rotina não será fácil.

Administrar as finanças, gerenciar funcionários e lidar com problemas operacionais são algumas tarefas do dia a dia de um empresário. Veja oito coisas que você precisa saber antes de abrir uma empresa.

 

  1. Empreender não é para qualquer um

Antes de investir capital para abrir uma loja ou restaurante, é recomendável que o empreendedor reflita sobre suas habilidades e perfil comportamental. “Eu realmente identifiquei uma real oportunidade de negócio?”, “Qual é a minha tolerância ao risco?” e “Sou bom em tomar decisões?” são algumas perguntas essenciais que qualquer pessoa deve fazer antes de empreender.  

 

  1. É preciso identificar o segmento correto

Escolher um setor para abrir uma empresa é um dos primeiros passos para quem deseja empreender. Tomar cuidado com barreiras regulatórias e saber se o seu perfil combina com o tipo de mercado são algumas questões que devem ser consideradas.

 

  1. Sócios devem ser escolhidos com critérios

É comum que empreendedores recorram a amigos e familiares para fazer uma sociedade. As consequências dependem do sócio que você escolher. Qual será o papel de cada um na sociedade, como dividir a participação na empresa e se ele tem um perfil que te complementa são alguns questionamentos que devem nortear a escolha de um sócio.

 

  1. É imprescindível ter um plano de ação

Para transformar objetivos em realidade, o empreendedor precisa ter um planejamento e definir as metas da empresa. A definição de metas e objetivos ajudará o empreendedor a refletir e a identificar os recursos, tempo e dinheiro que serão necessários para ter sucesso.

 

  1. O empreendedor precisará de ajuda

Até os super-heróis precisam de ajuda. Fazer tudo sozinho é uma das principais características de pequenos empresários, mas não deveria ser. Abrir um negócio também demanda que o responsável aprenda a delegar e confiar na equipe. Caso contrário, o empreendedor nunca conseguirá deixar de fazer tarefas operacionais.

 

  1. A importância do ponto comercial

Dependendo do tipo de empresa, o ponto comercial é indispensável para montar a loja ou o restaurante. Muitos empreendedores cometem o erro de escolher o local do empreendimento usando apenas a intuição. A escolha correta de pontos comerciais, tanto para lojas de rua quanto para shoppings, pode fazer com que as chances de sucesso aumentem significativamente.  

 

  1. O cliente é a chave do negócio

Descobrir quem é o seu cliente é essencial para quem quer ter sucesso como empreendedor. O que ele gosta, como ele pensa e se ele recomendaria seu negócio são algumas questões que o empresário precisa descobrir. Conhecer bem quem consome o seu produto ou serviço é uma maneira de estimular o crescimento da empresa.

 

  1. É possível ser um bom dono e chefe

Influenciar pessoas, tomar decisões, ter empatia, dominar bem as emoções e ter visão estratégica são algumas competências necessárias para quem desejar ser dono do próprio negócio e ainda um bom chefe.

 

Fonte> https://exame.abril.com.br/pme/8-coisas-que-voce-precisa-saber-antes-de-abrir-um-negocio/

Dicas de gestão para empreendedores

No momento atual, em que ainda buscamos nos recuperar de uma das piores crises financeiras da história do país, proprietários de empresas de todos os portes precisam estar atentos à gestão empresarial. Os pequenos e médios empresários requerem uma atenção ainda maior, uma vez que decisões equivocadas podem significar a paralisação de um negócio promissor.

Este post tem o objetivo listar algumas dicas que são essenciais para a gestão empresarial e para a manutenção de seu estabelecimento. Se você é um pequeno ou médio empreendedor, este post é indicado para você. Confira!

A gestão empresarial em pequenas empresas
Administrar uma pequena empresa no Brasil nunca foi tarefa fácil. A complexidade fiscal, as dificuldades iniciais para a constituição de uma empresa e a altíssima carga tributária sempre foram empecilhos para os novos empreendedores.

Atualmente, devido à turbulência que estamos vivenciando, esse trabalho ficou ainda mais complicado. Além dessas dificuldades, ainda temos que nos adaptar a uma economia fragilizada.

Mas é preciso enfrentar as adversidades e perceber que crise também é um momento de oportunidades. Sendo assim, mostraremos 10 dicas essenciais de gestão empresarial:

1. Mapeie seu negócio
O primeiro ponto que deve ser avaliado profundamente pelo gestor é o mapeamento de seu negócio — qual o modelo que você quer implantar e como vai fazer para conseguir alavancar a sua ideia.

Reflita sobre seus eventuais concorrentes e analise seus fornecedores. Essa preocupação deverá ser constante, uma vez que o mercado possui um dinamismo muito intenso.

Garanta um plano de negócios bem formulado, com planejamento de ações e métricas claras. Pense em ações diárias, semanais e mensais — o foco é essencial nesse momento de múltiplas ideias.

2. Avalie seus clientes, o mercado e sua localização
Ajudando a mapear o seu negócio, avalie seus potenciais clientes e o mercado do qual você fará parte. Veja quais serão seus concorrentes e como eles têm trabalhado. Tente mensurar a quantidade e qualidade de seus clientes, observando se o modelo de negócio que você está pensando está de acordo com o local onde pensa em se estabelecer.

Estude com profundidade a sua localização. Nas grandes cidades é fundamental que se tenha um local de estacionamento para receber seus consumidores.

Faça um levantamento sobre as tendências de consumo nos arredores do estabelecimento. Atualmente, os modismos têm tido vida curta e tendências rapidamente se tornam ultrapassadas. Por isso, análises de longo prazo são essenciais nesse momento.

3. Monte uma boa equipe
A montagem de uma boa equipe também é uma dica essencial para a boa gestão empresarial. Mesmo havendo a necessidade de poucos auxiliares, procure pessoas que você tenha afinidade.

Dependendo do porte de seu negócio, familiares podem ser contratados, mas devem entender que no ambiente de trabalho as relações familiares não devem interferir. O que deve prevalecer é a qualificação da pessoa e como ela está desempenhando a função que lhe foi direcionada.

Tenha sempre uma postura de liderança. Aja com assertividade e justiça. Não aceite falhas de conduta e sempre dê exemplos motivacionais e inspiradores. Procure manter um bom clima organizacional mesmo nos momentos de maiores dificuldades.

4. Seja um bom gestor
Administre bem a sua empresa, independentemente de seu porte, tentando manter todas as suas obrigações em dia.

Relacione-se com seus colaboradores da melhor forma possível. Tenha um envolvimento cordial e próximo com eles. Dê autonomia, mas acompanhe de perto as atividades de cada membro da equipe.

Elogie em público o bom desempenho individual e, havendo a necessidade de uma crítica ou advertência, faça-a reservadamente. Transmita segurança e autoridade para todos, sem que haja qualquer tipo de intimidação. A relação líder-liderado deve ser a mais tranquila e transparente possível.

5. Controle sua vida financeira
Mantenha um controle rigoroso sobre a sua vida financeira. Não misture a sua vida financeira pessoal com a sua vida financeira empresarial. Separe-as e mantenha-as independentes.

Siga sempre as orientações dos consultores financeiros, evitando entrar no cheque especial e exceder no cartão de crédito. Isto é importante para a sua empresa e também para você, como pessoa física.

Tenha controle dos gastos e somente faça investimentos dentro da sua capacidade de pagamento. Fuja dos juros bancários e das instituições financeiras.

6. Avalie constantemente seus produtos
Seus produtos e serviços precisam ser constantemente avaliados. Seus clientes têm mantido a regularidade de compras? Há questionamentos sobre a qualidade ou sobre a modernidade de suas mercadorias?

Faça uma pesquisa. Utilize as conversas informais com seus consumidores para medir o grau de satisfação dos mesmos. Use as redes sociais para criar um relacionamento mais informal e contínuo.

Compare seus itens de comercialização com os de seus concorrentes. Faça prospecções na região onde você está estabelecido. Fidelizar os seus clientes é um passo importantíssimo para fazer sua empresa crescer.

7. Tenha uma boa comunicação
Tanto internamente quanto externamente, tenha uma comunicação direta, clara e abrangente. Dentro da empresa, faça reuniões de avaliação e de definição de metas. Estabeleça prioridade de ações e de procedimentos. Seja eficiente na divulgação e acompanhe sempre que possível o desempenho de seus colaboradores.

Externamente, faça um marketing dentro de suas possibilidades. Normalmente, as pessoas imaginam marketing como sendo uma atividade para grandes empresas. Na verdade, qualquer divulgação é uma ação de marketing e serve para difundir sua empresa e seus produtos e serviços.

Uma prática simples e que traz um bom retorno para os pequenos negócios é o boca a boca. Estimular essa prática entre os seus clientes é uma ótima medida. Utilizar outros canais como prospectos, faixas e mensagens em redes sociais ou em aplicativos de relacionamento também ajudam.

8. Seja um hábil negociador
Desenvolva e aprimore a habilidade de negociar. Isso vale para as negociações com clientes, fornecedores e colaboradores.

Tenha sempre em mente que todos precisam estar satisfeitos com os acordos. Se um estiver se sentindo prejudicado, mais cedo ou mais tarde o relacionamento irá se deteriorar.

Aprenda técnicas de condução de reunião ou de discussão. Procure entidades ou classes voltadas para a atividade comercial que você está conduzindo. Há consultores que podem auxiliá-lo na melhoria do seu perfil negociador.

9. Tenha a tecnologia da informação como parceira
Utilize a tecnologia da informação como aliada em suas atividades. Hoje em dia, as pessoas têm preferido não usar dinheiro em espécie. Instale máquinas para pagamento com cartões de crédito e débito em sua empresa. Facilite a forma de pagamento para seus clientes.

Divulgue seu negócio nas redes sociais e lembre-se de manter as suas informações sempre atualizadas. Cadastre os endereços eletrônicos de seus clientes, registre o número de seus celulares e envie promoções/informações via SMS e WhatsApp. sempre com critério para não se tornar invasivo. Os smartphones estão nas mãos da maioria das pessoas, saiba desfrutar dessa oportunidade!

Tenha um cadastro de seus principais clientes. Tente pegar as datas importantes como nascimento e casamento, envie uma mensagem específica nestes dias. Fique próximo dos seus consumidores, mesmo que virtualmente. Isto agrega no seu relacionamento com eles.

10. Seja inovador
Como dito em outro tópico, os modismos estão cada vez mais intensos e com uma vida útil mais curta. Avalie as tendências do mercado. Antecipe, dentro do possível, e lance produtos e serviços inovadores.

Obviamente isto dependerá do ramo de atividade que você estiver trabalhando. Sempre há o que inovar. Procure sempre reduzir seus custos, uma vez que qualquer redução de preço é absolutamente relevante para os consumidores.

Fique atento aos avanços tecnológicos. A geração milênio que está atuante no momento não adquire quase nada que não esteja sendo comentado nas redes sociais. Fique atento ao Facebook, Twitter e Instagram. Estas ferramentas fazem parte do dia a dia das novas gerações e são potenciais reservatórios de ideias, tendências e objeções.

 

Fonte: Beblüe

Quais são os tipos de Contrato Social?

contrato social

Se você tem uma certidão de nascimento, sua empresa deve ter um Contrato Social. O documento é indicado aos empreendedores que pretendem formar uma sociedade, seja ela uma micro, pequena, média ou grande empresa.

Seu objetivo é formalizar uma sociedade junto ao CNPJ. Com isso, o empreendedor adquire o direito de abrir uma conta corrente jurídica, obter empréstimos, emitir notas fiscais e mais. O registro de uma sociedade exige que os sócios elaborem e registrem o Contrato Social junto à Junta Comercial de seu estado. Se a sociedade for simples, esse registro é realizado por um Cartório de Registro das Pessoas Físicas.

Conheça, as alternativas mais comuns para a abertura de uma empresa:

 

Sociedade Limitada – Ltda.

Esse é o tipo mais comum e, também, o mais indicado para os pequenos empresários. A Sociedade Limitada consiste em ter uma relação clara, definida e documentada entre dois ou mais sócios.

A participação em investimento financeiro (quotas) e as responsabilidades de cada um, que se restringem ao valor do capital social, devem ser descritas no Contrato Social da empresa.

Além disso, nesse quadro, os sócios podem sair ou entrar na sociedade por meio de alterações de contrato, sem a necessidade de outros instrumentos ou requisitos. É possível, também, deixar claro no contrato quais serão as atribuições administrativas de cada sócio.

 

Sociedade Anônima – S.A.

Além de S.A., a Sociedade Anônima pode ser abreviada como S/A. Trata-se de empresas cujos sócios são acionistas, ou seja, cada qual possui ações da companhia as quais lhes conferem direitos proporcionais na participação de lucros e decisões da empresa.

Existem dois tipos de sociedade anônima: a aberta, que tem suas ações negociadas em bolsas de valores; e a fechada, que obtém seus recursos dos acionistas e é controlada por eles ou terceiros.

Os novos acionistas entram para a sociedade a partir do momento que compram as ações, e não há nenhuma necessidade de alterar documentos sociais a cada venda ou compra de ação.

Apesar dessa flexibilidade, o modelo traz aumentos significativos nos gastos operacionais, pois é necessário um controle muito rígido das finanças, uma vez que a tributação é feita com base no lucro real da companhia (e não presumido).

 

Empresário Individual

Empresário Individual é a pessoa física que desenvolve uma atividade empresarial. Esse caso é bem parecido com o do MEI, no entanto, o teto de faturamento anual é maior. Por isso, aqui se encaixam micros e pequenos empreendedores, com faturamento anual superior a 80 mil reais.

Nesse formato, a empresa, também, leva o nome do próprio empresário, por exemplo: “Terezinha de Jesus – ME”. No entanto é possível a utilização de um nome fantasia.

Apesar de a empresa (Pessoa Jurídica) e empresário (Pessoa Física) serem distintos, inclusive cada um possui a sua identificação (CPF para PF e CNPJ para PJ), o patrimônio do empresário é visto como um só diante das normas do ME.

Ou seja, bens pessoais podem ser retidos para pagamentos de dívidas da empresa. E para contornar esse problema que, há pouco tempo, a Legislação Brasileira incluiu mais um tipo de sociedade, que você irá ver no próximo tópico.

 

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada – EIRELI

A EIRELI é uma sociedade de um único sócio. Ou seja, é uma maneira do empreendedor individual se regularizar assegurando-se de que sua pessoa física não “irá se misturar” com a jurídica.

Isso porque ela irá funcionar no mesmo regime da sociedade limitada, o que faz com que a responsabilidade do sócio esteja limitada à participação do seu capital social, nesse caso, 100%.

Se por um lado, esse sistema é atraente, por outro ele apresenta um impasse grande a muitos empresários. A EIRELI prevê um capital social mínimo de 100 vezes o salário mínimo e, muitas vezes, micros e pequenos empreendedores não têm como provar esse valor exigido.

 

Fonte:

https://endeavor.org.br/como-fazer-contrato-social/

https://uolhost.uol.com.br/academia/noticias/2014/10/16/serie-cnpj-conheca-os-principais-tipos-de-sociedade-de-uma-empresa.html#rmcl