O que eu preciso para abrir uma empresa?

Abrir um novo negócio é sempre cercado de dúvidas e entusiasmo. Por isso, devemos tomar cuidado para não meter os pés pelas mãos! Conheça alguns passos que vão te ajudar nesse processo:

CONSULTA E VALIDAÇÃO

Antes de abrir sua empresa, é preciso se informar. Faça uma pesquisa antecipada sobre a existência de empresas constituídas com nomes empresariais idênticos ou semelhantes ao nome pesquisado. Essa é uma etapa obrigatória, que deve ser preenchida no site da junta comercial.

Além da consulta de viabilidade do nome empresarial, é importante que nesta etapa você procure a prefeitura onde sua empresa será instalada para verificar os critérios de concessão do Alvará de Funcionamento para o exercício da sua atividade no local escolhido.

REGISTRO 

O registro legal de uma empresa é tirado na Junta Comercial do estado ou no Cartório de Registro de Pessoa Jurídica. Para as pessoas jurídicas, esse passo é equivalente à obtenção da Certidão de Nascimento de uma pessoa física. A partir desse registro, a empresa existe oficialmente – o que não significa que ela possa começar a operar.

Para fazer o registro é preciso apresentar uma série de documentos e formulários que podem variar de um estado para o outro. Os mais comuns são:

  • Contrato Social;
  • Documentos pessoais de cada sócio (no caso de uma sociedade).

O que é contrato social
Contrato Social é a peça mais importante do início da empresa, e nele devem estar definidos claramente os seguintes itens:

  • Interesse das partes;
  • Objetivo da empresa;
  • Descrição do aspecto societário e a maneira de integralização das cotas.

Para ser válido, o Contrato Social deverá ter o visto de um advogado. As micro empresas e empresas de pequeno porte são dispensadas da assinatura do advogado, conforme prevê o Estatuto da Micro e Pequena Empresa.

Documentos necessários para a inscrição
Se tudo estiver certo, será possível prosseguir com o arquivamento do ato constitutivo da empresa, quando geralmente serão necessários os documentos:

  • Contrato Social ou Requerimento de Empresário Individual ou Estatuto, em três vias;
  • Cópia autenticada do RG e CPF do titular ou dos sócios;
  • Requerimento Padrão (Capa da Junta Comercial), em uma via;
  • FCN (Ficha de Cadastro Nacional) modelo 1 e 2, em uma via;
  • Pagamento de taxas através de DARF.

Os preços e prazos para abertura variam de estado para estado. Para isso, o ideal é consultar o site da Junta Comercial do estado em que a empresa estiver localizada.

Registrada a empresa, será entregue ao seu proprietário o NIRE (Número de Identificação do Registro de Empresa).que é uma etiqueta ou um carimbo, feito pela Junta Comercial ou Cartório, contendo um número que é fixado no ato constitutivo.

CNPJ

Com o NIRE em mãos, chega a hora de registrar a empresa como contribuinte, ou seja, de obter o CNPJ. O registro do CNPJ é feito exclusivamente pela internet, no site da Receita Federal por meio do download de um programa específico, o Documento Básico de Entrada.

Você preenche a solicitação e os documentos necessários, que são informados no site, devem ser enviados por Sedex ou pessoalmente para a Secretaria da Receita Federal, e a resposta é dada também pela Internet.

Escolha de atividades
Ao fazer o cadastro no CNPJ, é preciso escolher a atividade que a empresa irá exercer. Essa classificação será utilizada não apenas na tributação, mas também na fiscalização das atividades da empresa. O ideal é que você tenha uma atividade principal e, no máximo, 14 secundárias.

Lembre-se que nem todas as empresas podem optar pelo Simples, principalmente as prestadoras de serviços que exigem habilitação profissional. Portanto, antes de fazer sua inscrição no CNPJ, consulte os tipos de empresa que não se enquadram no Simples.

INSCRIÇÃO ESTADUAL 

Para as empresas que trabalham com a produção de bens e/ou com venda de mercadorias é necessário o registro na Secretaria Estadual da Fazenda, a chamada Inscrição Estadual.

Ela é obrigatória para os setores do comércio, indústria e serviços de transporte intermunicipal e interestadual. Também estão incluídos os serviços de comunicação e energia. Ela é necessária para a obtenção da inscrição no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)

Esta solicitação deverá ser via internet. Para isso, é necessário ter um contador, e este deve estar pré-autorizado (ter senha de acesso), pois é ele quem fará a solicitação de inscrição.

Registro municipal
Para as empresas que trabalham com prestação de serviços é necessário o registro na Prefeitura Municipal. Na maioria dos estados esse registro sairá automaticamente após o registro da empresa na Junta Comercial. Para os demais, o processo varia de acordo com as regras de cada município.

ALVARÁ DO CORPO DE BOMBEIROS

As edificações e áreas de risco de incêndio deverão possuir Alvará de Prevenção e Proteção Contra Incêndio – APPCI, expedido pelo Corpo de Bombeiros Militar do estado. Esta solicitação deverá ser protocolada juntamente ao Corpo de Bombeiros, que fará uma avaliação do grau de risco da edificação. O procedimento para liberação do alvará varia de acordo com o grau de risco de cada edificação.

ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO

Todos os estabelecimentos comerciais, industriais e/ou de prestação de serviços precisam de uma licença prévia do município para funcionar. Esta licença é o Alvará de Funcionamento e Localização. Ele deve ser solicitado junto à prefeitura e o procedimento para obtenção do alvará varia de acordo com a legislação de cada município.

As demais secretarias do município como as de Saúde, Meio Ambiente, Planejamento, Obras e Viação, poderão estar envolvidas no processo de legalização de uma empresa, tudo vai depender da atividade desenvolvida. A informação das exigências legais municipais você deve obter no 1º passo, no momento que fizer a consulta de viabilidade.

CADASTRO NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

Após a concessão do alvará de funcionamento, a empresa já está apta a entrar em operação. No entanto, ainda faltam duas etapas fundamentais para o seu funcionamento. A primeira é o cadastro na Previdência Social, independente da empresa possuir funcionários.

Para contratar funcionários, é preciso arcar com as obrigações trabalhistas sobre eles. Ainda que seja um único funcionário, ou apenas os sócios inicialmente, a empresa precisa estar cadastrada na Previdência Social e pagar os respectivos tributos.

Assim, o representante deverá dirigir-se à Agência da Previdência de sua jurisdição para solicitar o cadastramento da empresa e seus responsáveis legais. O prazo para cadastramento é de 30 dias após o início das atividades.

APARATO FISCAL

Agora resta apenas preparar o aparato fiscal para que seu empreendimento entre em ação. Será necessário solicitar a autorização para impressão das notas fiscais e a autenticação de livros fiscais.

Isso é feito na prefeitura de cada cidade. Empresas que pretendam dedicar-se às atividades de indústria e comércio deverão ir à Secretaria de Estado da Fazenda.

Uma vez que o aparato fiscal esteja pronto e registrado, sua empresa pode começar a operar legalmente.

 

Fonte: SEBRAE (http://www.sebrae.com.br)

9 MITOS DA PRODUTIVIDADE PARA VOCÊ DEIXAR DE SEGUIR

Quando se trata da relação entre saúde, bem-estar e produtividade, o que não faltam são conselhos sobre o que fazer e o que evitar. Mas muitas dessas dicas são simplesmente falsas. Vamos mostrar quais são os maiores mitos que afetam a produtividade.

1. O café da manhã é a refeição mais importante do dia.
A culpa é das empresas fabricantes de cereais, que têm um interesse especial em fazer você comer o que se convencionou chamar de “café da manhã saudável”. Mas, se você não tem vontade de comer nada assim que acorda, e prefere fazer um lanchinho no meio da manhã, não há absolutamente nada de errado com isso.

2. Falta de sono não vai afetar a sua saúde no longo prazo
Totalmente errado. Se você não está dormindo o suficiente, corre o risco de desenvolver diabetes tipo 2 ou doenças cardiovasculares. Além disso, falta de sono pode provocar ganho de peso e depressão.

3. Quando mais velho você fica, menos precisa dormir.
Errado. Os especialistas recomendam a mesma quantidade de sono para pessoas com idades entre 18 e 60 anos: sete ou mais horas de sono por noite. O envelhecimento traz poucas mudanças: sete a nove horas para pessoas com 61 ou 65 anos, e sete a oito horas para pessoas acima de 65.

4. Você tem que dormir oito horas todos os dias.
Quando o assunto é sono, não existe uma regra que sirva para todos. “A necessidade de sono de uma pessoa é determinada geneticamente”, diz Michael Decker, professor associado de enfermagem da Case Western Reserve. “Algumas precisam de um pouco mais, algumas de um pouco menos.”

5.  É proibido beliscar à noite.
Comer demais ou muito rápido à noite pode atrapalhar o seu sono, mas um petisco leve pode ajudar a dormir. Experimente ser algo com carboidratos e proteínas, como cereais ou torradas.

6. Insônia significa não conseguir pegar no sono.
Na verdade, há quatro tipos de insônia, segundo os especialistas. São eles: 1. Acordar cedo demais e não conseguir voltar a dormir; 2. Acordar no meio da noite muitas vezes; 3. Não se sentir descansado quando acorda. 4. Dificuldade para iniciar o sono.

7. Se você está cansado enquanto dirige, tudo que precise fazer é aumentar o volume da música.
Colocar sua playlist no volume máximo não vai ajudar, se você estiver sonolento ao volante. Se você não dormiu por 18 horas, seu grau de atenção será o mesmo de alguém que tem 0,05 de álcool no sangue.

8. Sempre dá para compensar o sono atrasado.
Infelizmente, isso não é verdade. Quando as pessoas estão sem dormir, não conseguem recuperar o bem-estar simplesmente dormindo mais na noite seguinte. E, quanto mais noites sem sono você experimentar, mais difícil vai ficar pagar essa dívida. É preciso fazer o possível para ter um sono consistente toda noite.

9. Cochilar no meio do dia é uma má ideia.
Na verdade, vinte minutos de sono não vão fazer mal, especialmente se você tem que tomar uma decisão importante naquele dia. Um estudo da Universidade de Bristol, na Inglaterra, descobriu que mesmo um sono curto durante o dia pode melhorar sua capacidade de processar informação. “Dormir em cima do problema” pode ajudar a entender os prós e contras de cada situação.

Fonte: https://revistapegn.globo.com

Erros comuns em gestão empresarial

Grandes corporações que exibem seu amplo crescimento no mercado são bons exemplo de empresas que praticamente não dão margem para erros. A má gestão de um negócio pode ocasionar problemas de descontrole nas contas e também na própria operação do negócio.

Grande parte dessas situações é causada por falta de conhecimento, seja sobre a própria empresa ou sobre processos burocráticos. Esses erros acabam afetando diretamente os funcionários da empresa, que por sua vez reflete no resultado financeiro.

Por isso, hoje separamos alguns dos principais erros de gestão empresarial. Vamos lá?

Não registrar movimentações
Registrar todas as movimentações financeiras que envolvem a empresa é fundamental para o negócio. Ter controle sobre o dinheiro que entra ou sai permite administrar da melhor forma a situação financeira da empresa.

Não tornar isso uma rotina é uma grande erro. Sem esse controle não será possível analisar se a saúde financeira da empresa está bem ou não. Por isso, procure sempre manter o controle do fluxo de caixa em dia.

Misturar despesas pessoais com empresariais
Esse é um dos principais erros de gestão empresarial cometidos por empresários, em sua grande maioria os que estão iniciando um negócio. Essa confusão entre as finanças acaba virando uma bola de neve e empurrando a empresa ladeira abaixo.

Por isso, desde o início procure sempre separar o que é da empresa do que é pessoal.

Desatenção com responsabilidades fiscais
Toda empresa possui responsabilidades fiscais e trabalhistas, seja qual for o tamanho da empresa, incluindo MEI. Ignorar o pagamento de tributações fiscais pode gerar grandes prejuízos para a empresa, isso porque multas e sansões são normalmente rigorosas.

Para evitar esse erro de gestão empresarial fique atento a todas as movimentações necessárias no âmbito fiscal e tributário, incluindo novas regras e atualizações.

Não realizar um demonstrativo de resultados
Deixar de fazer o demonstrativo de resultados é deixar o barco a deriva em alto mar.
Por isso, é importante elaborar o demonstrativo de resultados de determinados períodos. Assim, será possível enxergar e analisar se a empresa está dando lucro ou prejuízo.

Mais do que apontar o resultado, a análise permite entender o motivo pelo qual a empresa pode ou não estar dando certo. Logo, essa análise permite traçar planos de ação para objetivos futuros.

Não se preparar para períodos financeiros instáveis
Trabalhar com cenários alternativos é a melhor maneira de prevenir a empresa de possíveis desastres financeiros em épocas de baixa lucratividade.

Dentro desses cenários é possível trabalhar com perspectivas mais amplas, envolvendo opções otimistas e negativas para o faturamento.

Não fazer controle de estoque
Empresas que trabalham com mercadoria precisam ter controle preciso sobre seu estoque.

Essa análise é necessária para se certificar de que possui o produto desejado pelo cliente e também para evitar que sua empresa desperdice dinheiro com produtos desnecessários ou que vão ficar muito tempo parados.

Otimizar o estoque é garantir que sua organização seja competitiva no mercado.

Falta de conhecimento do custo de produtos
Um dos principais desafios de empreendedores está precificação de produtos.
Diversos fatores influenciam diretamente na formação de preço do produto ou serviço.
Como exemplo de fatores que afetam o preço dos produtos podemos destacar:
• Valor de impostos
• Valor de aquisição ou produção
• Valor de armazenamento
• Valor de transporte

Não utilizar um sistema de gestão financeira
O fluxo de caixa é um importante passo para o empreendedor que deseja maior sucesso para sua empresa.

Entretanto, a saúde financeira da empresa envolve muitas outras questões.
Organizações que utilizam um sistema de gestão têm mais possibilidades de encontrar soluções para seus negócios.

Fluxo de caixa, controle de estoque, contato com clientes, emissão de nota fiscal e emissão de boletos são algumas das funcionalidades que um sistema de gestão pode oferecer.

 

Fonte: blog.vhsys.com.br

Chegou a hora de ampliar seu negócio? A gente te ajuda!

2019 é o seu ano! E que tal aproveitar este novo ano para ampliar o seu negócio? A equipe da TCM está preparada para te dar a assessoria que você precisa na hora de expandir sua empresa, fale conosco!ampliar-seu-negocio

Você já planejou o seu 2019?

Planos de ano novo parecem bobagem para você? Talvez seja melhor pensar a respeito… Ter um planejamento, estabelecer metas e objetivos podem te ajudar a permanecer focado durante todo o ano, realizando conquistas e estabelecendo metas ainda maiores para os próximos anos. Vamos planejar 2019?postplanejamento

Recesso de fim de ano!

Em breve nossa equipe estará entrando em recesso! Atenderemos nesta sexta, dia 21/12 até às 12h. E retornaremos dia 02/01, às 13h.
Desde já, desejamos um feliz Natal e próspero Ano Novo a todos os nossos clientes e amigos!

Recesso fim de ano

A importância do registro de marca

Você cuida da contabilidade da sua empresa, cuida das vendas, das negociações, dos clientes. E da sua marca, você tem cuidado? A sua marca está diretamente ligada à maneira como seus clientes reconhecem e lembram do seu empreendimento.

A importância do registro de marca vai muito além da garantia de exclusividade sobre seu uso. Ela abrange a proteção de um dos bens imateriais mais valiosos da empresa: sua identidade perante o mercado.

Imagine que você constituiu seu negócio e, além das medidas obrigatórias, também contratou uma equipe profissional para elaborar suas estratégias e criar sua marca. Após anos trabalhando para o crescimento e fortalecimento dela, você decidiu registrá-la e acabou descobrindo que já existe um pedido de registro da mesma marca feito por outra empresa, do mesmo segmento que o seu. Ou pior: a “sua marca”já foi registrada por outra empresa. Consegue imaginar o tamanho do transtorno que isso poderia representar para seu negócio?

Além de proteger a marca que você vem trabalhado para construir, o registro dela também possibilitará:

Buscar indenização pelo uso não autorizado de terceiros
Se você identificar o uso da sua marca em produtos ou serviços semelhantes, sendo realizada por outra pessoa ou empresa, você poderá acionar a justiça. Aliás, uma das formas eficazes de monitorar o mercado, é através da fiscalização da sua marca junto ao INPI.

Ao tomar conhecimento desse uso indevido, você poderá obter na justiça uma decisão que determinará a imediata interrupção, além de fixar uma indenização pelos danos causados, inclusive os morais.

Dispor dela em transações comerciais: Licenciamento e Franquias
Se disponibilizar o uso de sua marca for uma de suas estratégias de negócio, por um sistema de franquias, por exemplo, o registro dela é obrigatório e poderá te render bons faturamentos. Aliás, o investimento em marcas próprias é uma estratégia que é utilizada por grandes empresas há muito tempo.

Utilizá-la reconhecidamente em todo território nacional
Ainda que sua empresa possua pouca abrangência local física, é preciso ressaltar o quanto os negócios têm migrado para o ambiente online. Para obtenção do sucesso no uso de suas estratégias de marketing neste ambiente sem fronteiras, é fundamental que sua marca esteja bem estabelecida e devidamente registrada.

Aumente sua produtividade com a REGRA DOS 10 MINUTOS

Na vida de um empreendedor, que normalmente conta com poucos recursos e tem muitas tarefas para resolver, ser produtivo é fundamental. Mas as mídias sociais, os aplicativos de mensagens e tudo que a internet tem a oferecer podem atrapalhar o empreendedor. A produtividade baixa, por sua vez, pode levar à procrastinação – o pensamento que “é melhor fazer amanhã o que não pôde ser feito hoje”. E assim o trabalho vai se acumulando.
No entanto, uma técnica com duração de apenas 10 minutos pode ajudar o empreendedor a fazer mais em menos tempo. O “truque” é uma criação da psicoterapeuta americana Amy Morin. Ela é a autora do livro “13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem”.

Um dos ensinamentos do livro, lançado em mais de 20 países, é que as pessoas precisam se manter estimuladas para prosseguir em suas tarefas. Por sua vez, uma das formas de mantê-las engajadas é mostrar que elas estão cumprindo pequenas metas a cada etapa de seu trabalho.

Amy concluiu que uma boa forma de evitar a procrastinação é a chamada “regra dos 10 minutos”. A técnica funciona assim: diga a si mesmo, no decorrer da tarefa, que você vai focar totalmente no trabalho em questão por 10 minutos. Depois desse período, você pode decidir continuar trabalhando ou fazer qualquer outra coisa.

De acordo com a psicoterapeuta, 90% das pessoas continua trabalhando após os primeiros 10 minutos. “Elas percebem o quanto avançaram na realização da tarefa em um tempo tão curto e se sentem confiantes o suficiente para terminar o trabalho o mais rapidamente possível”, diz Amy.

A especialista afirma que o medo de falhar na realização da tarefa atrapalha a produtividade e leva à procrastinação. Com a “regra dos 10 minutos”, entretanto, o medo e a preguiça perdem força.

Amy recomenda que, a qualquer momento em que você esteja relutante a executar uma tarefa, trabalhe nela por 10 minutos ininterruptamente. “É muito possível que vontade de procrastinar saia de você. Vale a pena tentar”, diz a psicoterapeuta.

Fonte: revistapegn.globo.com

10 minutos

8 Conselhos para administrar melhor o tempo

Gerenciar o tempo é um dos grandes desafios profissionais em ambientes de trabalho exigentes. Sempre falta tempo e sobram tarefas e responsabilidades. Estresse, desânimo, horas extras e, consequentemente, menos espaço para descanso e lazer são os resultados dessa situação cada vez mais rotineira no mundo corporativo.
Mas será que todo o tempo dedicado ao trabalho está sendo bem empregado? Um estudo interno da empresa espanhola de recursos humanos Nexian mostra que não.

Segundo o levantamento, apenas 50% da jornada de trabalho é 100% produtiva e 15% do tempo é consumido em reuniões pouco eficientes, interrupções desnecessárias e tarefas que não fazem nenhuma diferença.

A empresa concluiu também que, em média, os trabalhadores consultam seus e-mails 20 vezes por hora. Diante deste dado, é inevitável fazer uma conta simples: se cada uma dessas checagens leve um minuto, em média, já são 20 minutos desperdiçados por hora. Como à checagem do e-mail podemos incluir as consultas aos programas de mensagens e as espiadas nas redes sociais, o tempo perdido é ainda maior.

Com base nos dados que coletou, a Nexian elaborou uma lista de oito recomendações para fazer uma boa gestão do tempo:

1. Identifique as causas
Falta de organização, ausência de planejamento, dificuldade de dizer não e incapacidade de evitar distrações são algumas das razões mais frequentes do desperdício do tempo, segundo a empresa. Muitas vezes, esses fatores trabalham coletivamente contra um dia de trabalho produtivo. É importante tomar consciência do problema e determinar as causas.

2. Planeje e organize
Gastar alguns minutos planejando o trabalho e organizando-se para realizá-lo pode fazer toda a diferença. Segundo a Nexian, é importante definir objetivos e estabelecer prioridades antes de começar a produzir.

3. Controle os ladrões de tempo
Cafezinhos com companheiros, conversas paralelas, reuniões sem um propósito claro e as centenas de e-mails recebidos todos os dias são consumidores vorazes de tempo. Estabeleça um tempo adequado para a realização de cada tarefa.

4. Estabeleça prioridades
Muitas vezes, gasta-se tempo precioso com tarefas banais e as atividades indispensáveis são relegadas a segundo plano. O correto é definir as prioridades, atacando primeiro as tarefas urgentes e importantes, depois as importantes, mas não urgentes e, por fim, as que não são nem uma coisa nem outra. Os consultores da Nexian recomendam avaliar se estas últimas tarefas não podem ser simplesmente descartadas.

5. Aprenda a delegar
Por delegar, entenda-se envolver a equipe na busca dos resultados desejados, não simplesmente transferir o trabalho.

6. Pare de postegar
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje. O provérbio popular deve ser usado como lema diário para conter o impulso da procrastinação. Mesmo que um trabalho não seja agradável, é melhor executá-lo o quanto antes, em vez de usar outras tarefas como desculpa para adiá-lo.

7. Concentre-se
Ser multitarefa nem sempre dá certo. Executar várias tarefas ao mesmo tempo pode reduzir o nível de concentração, piorar o rendimento intelectual e prejudicar a qualidade do trabalho e a produtividade.

8. Controle e-mails e reuniões
Em média, um trabalhador revisa os e-mails vinte vezes por hora. Além disso, perde cerca de uma hora por dia em reuniões ou conversas inúteis, de acordo com a Nexian. A empresa recomenda dedicar um tempo do dia a ler e responder os e-mails e não manter a caixa de entrada aberta todo o tempo nem as notificações ativadas.

 

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes negócios
https://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2018/08/8-conselhos-para-administrar-melhor-o-tempo-e-ser-mais-produtivo.html

eSocial 2018: conheças as etapas para não errar ao entregar o documento

Você já ouviu falar em eSocial mas não sabe muito bem como ele funciona? Sabe que o prazo para adequação da sua empresa está chegando ao fim mas tem dificuldades em entender por onde começar a transição? Então, você precisa ler este artigo agora mesmo!

 

Neste post, você vai descobrir tudo que precisa fazer para não errar no preenchimento da plataforma. Veja, a seguir, todas as etapas para implantar o eSocial 2018 na sua empresa!

 

Etapa 1: conheça a plataforma do eSocial

 

O eSocial surgiu em 2014, mas passou a ser obrigatório apenas em 2018. Seu objetivo é substituir uma grande quantidade de guias — como o RAIS, DIRF, SEFIP — por um sistema único de entrega.

 

Para começar a implantar o sistema, é essencial que você entenda como ele funciona. Portanto, acesse a plataforma e confira todas as informações que precisam ser preenchidas. Descubra quais são os documentos exigidos e comece a organizar os setores da sua empresa para a adequação à nova exigência.

 

Etapa 2: entenda os prazos do eSocial 2018 e crie um cronograma

 

Existem alguns prazos para que a sua empresa comece a utilizar o eSocial. É essencial que você entenda as datas limite para cada uma das informações que devem ser enviadas e crie um cronograma de acordo com esses prazos. Esses prazos dependem do faturamento total do negócio no ano de 2017.

 

Sua empresa faturou mais de R$ 78 milhões

 

Se você se encaixa nessa categoria e ainda não começou a utilizar a plataforma, corra atrás do prejuízo e consulte seu contador para se adequar à exigência. O prazo para preenchimento das informações básicas venceu em janeiro de 2018 e em março se encerrou a data limite para o envio de dados sobre o vínculo dos trabalhadores com a empresa.

 

Em maio se encerra o prazo para envio das folhas de pagamento dos funcionários e em julho você precisa substituir a GFIP e compensação cruzada. Até janeiro de 2019, é necessário que você insira dados sobre saúde e segurança do trabalho.

 

Sua empresa faturou menos de R$ 78 milhões

 

Se esse for o seu caso, as informações gerais sobre a empresa devem ser enviadas até julho de 2018, enquanto os vínculos dos funcionários, até setembro. Já o prazo para envio das folhas de pagamento vai até novembro e os demais dados devem ser enviados até janeiro de 2019.

 

Etapa 3: avalie o que precisa mudar

 

Com o cronograma em mãos e um conhecimento profundo sobre a plataforma, é hora de começar a implementar mudanças na rotina de funcionamento do negócio. Entenda quais são as novas exigências de cada um dos setores e descubra quais processos precisam ser atualizados para adequação ao eSocial.

 

Etapa 4: use a tecnologia a seu favor

 

O eSocial é um sistema informatizado e online. Dessa forma, se a sua empresa realiza muitos processos manuais, você pode encontrar problemas na hora de preencher os dados na plataforma.

 

Para evitar o retrabalho dos seus colaboradores, comece a implementar mudanças na rotina, automatizando processos burocráticos. Para isso, você pode utilizar softwares ou outras plataformas disponíveis no mercado. Algumas imitam, inclusive, o layout do eSocial, o que facilita a adaptação à nova ferramenta.

 

Etapa 5: padronize os processos

 

Com todas as mudanças implementadas, é necessário padronizar os processos para garantir que tudo ocorra como deveria. Para isso, faça um mapeamento das novas atividades e desenhe, de maneira intuitiva, as etapas de cada um dos processos.

 

Dessa forma você consegue garantir que o preenchimento do eSocial 2018 será realizado de maneira simples e eficaz.

 

Etapa 6: analise os resultados e faça revisões

 

Avalie os resultados das mudanças implementadas e identifique erros ou gargalos no preenchimento da plataforma. Realize os ajustes necessários e analise os resultados de cada um dos processos.

 

Seguindo essas etapas você está pronto para implantar o eSocial dentro da sua empresa de maneira simples e evitando erros. Dessa forma, você se adéqua a todas as exigências do Fisco em relação aos encargos trabalhistas e evita multas ou outros problemas no futuro.

 

Fonte: https://pontomais.com.br/blog/esocial-2018/